Em 2010, eu quero:
- Amor
- Saúde
- Mais money no meu bolso
- Menos money nas meias e cuecas dos nossos políticos
- Menos hipocrisia
- Filmes mais maravilhosos do que os de 2009
- Um emprego em um grande veículo de Comunicação
- Que eu abra os olhos e ainda seja janeiro, e não de repente dezembro, como aconteceu em 2009
- Meu time ganhando o Gauchão, Brasileirão, Libertadores e/ou Mundial, pelo amor de Deus
- Praias limpas, pra gente poder tomar banho sem pegar virose
- Meus amigos ainda mais próximos
- Minha família mais próxima ainda
- Um verão quente e um inverno frio, como deve ser, e não o contrário como andou acontecendo
- Amores sem doses excessivas de drama
- Mais partidas de futebol com a galera em sextas
- Mais fôlego pra agüentar o tranco do cotidiano
- Menos rotina
- Ainda mais felicidade!
Se achares isso demais, bom velhinho, me dá só amor e saúde, que o resto eu conquisto.
FELIZ NATAL e um MARAVILHOSO 2010 a todos!!!
- Amor
- Saúde
- Mais money no meu bolso
- Menos money nas meias e cuecas dos nossos políticos
- Menos hipocrisia
- Filmes mais maravilhosos do que os de 2009
- Um emprego em um grande veículo de Comunicação
- Que eu abra os olhos e ainda seja janeiro, e não de repente dezembro, como aconteceu em 2009
- Meu time ganhando o Gauchão, Brasileirão, Libertadores e/ou Mundial, pelo amor de Deus
- Praias limpas, pra gente poder tomar banho sem pegar virose
- Meus amigos ainda mais próximos
- Minha família mais próxima ainda
- Um verão quente e um inverno frio, como deve ser, e não o contrário como andou acontecendo
- Amores sem doses excessivas de drama
- Mais partidas de futebol com a galera em sextas
- Mais fôlego pra agüentar o tranco do cotidiano
- Menos rotina
- Ainda mais felicidade!
Se achares isso demais, bom velhinho, me dá só amor e saúde, que o resto eu conquisto.
FELIZ NATAL e um MARAVILHOSO 2010 a todos!!!
Mas I'm back! De volta para falar sobre um dos melhores filmes que assisti em 2009.
Avatar, conhecem?
Assisti em 3D (pela primeira vez), e devo dizer que o roteiro do filme e o modo como ele foi executado são fantásticos.
Pois bem. Eis que o filme se passa além do ano de 2154 D.C., no planeta Pandora, onde moram nativos humanóides - um povo chamado de Na'vi. No melhor estilo humano, nosso povo invade o planeta e monta estações de trabalho para tentarem se aproximar dos nativos. E não para aprender sobre seu estilo de vida, seu culto à natureza, mas para convencê-los a mudarem-se de lugar, pois a aldeia em que vivem está em cima de uma reserva de pedras preciosíssimas. Não é típico dos humanos?
Cria-se, então, um projeto chamado de AVATAR. Misturando o DNA dos nativos e dos humanos, cientistas criaram corpos iguais aos dos Na'vi: três metros de altura, ossos poderosos e pele azul. Os cientistas fechavam-se em câmaras e, por intermédio de conexões neurais, controlavam o corpo do avatar. Jake Sully, irmão gêmeo paralítico de um dos cientistas envolvidos, foi enviado para seguir os passos do irmão quando ele morre. Jake é enviado para aprender os costumes do povo Na'vi e depois passar informações valiosas para os cientistas e militares, para tentar convencê-los a deixar o lugar onde moram. Jake, entretanto, apaixona-se pelo povo e por Neytiri, princesa do clã Omaticaya.
É claro que não poderia resultar em outra coisa senão em guerra e destruição.
O filme é pura ficção, mas realmente nos faz perceber que se, de fato, existe vida além do nosso planeta, isso seria exatamente o que aconteceria: exploração. Destruição. Desrespeito. A maioria dos humanos é pintado como hipócrita: não contentes em destruir o planeta Terra, foram explorar Pandora também.
Já mencionei os efeitos especiais? Maravilhosos. Todos os avatares e nativos, bem como a maioria da floresta onde vivem, são efeitos especiais. E as expressões dos personagens são absolutamente perfeitas.
Parabéns ao James Cameron, que depois de afundar o Titanic e faturar 11 Oscars, em 1997, criou um filme completamente diferente e com o mesmo senso humanista de Titanic.
Quatro de cinco estrelas. =D
Até logo, galera!
Estava frio (frio demais para primavera, estou dizendo!). Já escura, a parada de ônibus estava vazia a não ser por mim e uma meia dúzia de pessoas com semblantes cansados. Eu esperava ansiosamente para voltar para casa após uma sexta-feira longa e trabalhosa... Foi quando vi algo que fez todas as preocupações do trabalho, da aula e da vida pessoal se esvaíram da minha mente (pelo menos naquele momento).
Um casal bastante jovem - não deviam ter mais de 15 anos - atravessou a rua correndo descuidadosamente. Quase foram atropelados pela horda violenta de carros doidos para voltarem para suas garagens - mas sorriam. Gargalhavam, na verdade. Sacudi a cabeça e vários pensamentos censuradores sobre jovens irresponsáveis envolvendo-se em relações descuidadas cedo demais invadiram a minha cabeça. Voltei minha atenção à estrada novamente, prestando atenção para ver quando meu ônibus se aproximasse. Mas não pude deixar de prestar atenção no casal.
Uma garota bonita, jovem, com cabelos curtos e um lenço colorido na cabeça, e um garoto que parecia demais com um dos Beatles - e ele usava uma cartola. Não paravam quietos em banco algum. Sentavam-se, levantavam-se, naquela inquietude adolescente. Riam, brincavam de perseguir um ao outro, cantavam alto... Pareciam duas crianças pequenas, apaixonadas... felizes.
Algumas pessoas na parada nem estavam prestando atenção, mas a maioria lançava olhares repreensivos aos dois. O casal, entretanto, parecia estar isolado, em um cantinho só deles. Estavam completamente cegos para o resto do mundo, viam apenas um ao outro.
Um casal despirocado, louco... mas completamente apaixonado.
Pessoalmente, prefiro o despirocado e louco às relações vazias, dramáticas, obsessivas e sem sentimento que tenho visto (e experienciado) por aí.
Sabem... Talvez o mundo precise desse tipo de loucura. Talvez devamos nos importar menos com o que os outros pensam de nós e começar a dar importância ao que pensamos de nós mesmos, como o casal da parada, que não se importava com nada a não ser com a alegria de aproveitar aquele momento.
Quero um amor louco, alucinado que não se prende ao passado.
Preciso de um amor fantasiado e palhaço, pulando carnaval, gritando o seu amor
(Quero um amor, Vivian Regina)
Um casal bastante jovem - não deviam ter mais de 15 anos - atravessou a rua correndo descuidadosamente. Quase foram atropelados pela horda violenta de carros doidos para voltarem para suas garagens - mas sorriam. Gargalhavam, na verdade. Sacudi a cabeça e vários pensamentos censuradores sobre jovens irresponsáveis envolvendo-se em relações descuidadas cedo demais invadiram a minha cabeça. Voltei minha atenção à estrada novamente, prestando atenção para ver quando meu ônibus se aproximasse. Mas não pude deixar de prestar atenção no casal.
Uma garota bonita, jovem, com cabelos curtos e um lenço colorido na cabeça, e um garoto que parecia demais com um dos Beatles - e ele usava uma cartola. Não paravam quietos em banco algum. Sentavam-se, levantavam-se, naquela inquietude adolescente. Riam, brincavam de perseguir um ao outro, cantavam alto... Pareciam duas crianças pequenas, apaixonadas... felizes.
Algumas pessoas na parada nem estavam prestando atenção, mas a maioria lançava olhares repreensivos aos dois. O casal, entretanto, parecia estar isolado, em um cantinho só deles. Estavam completamente cegos para o resto do mundo, viam apenas um ao outro.
Um casal despirocado, louco... mas completamente apaixonado.
Pessoalmente, prefiro o despirocado e louco às relações vazias, dramáticas, obsessivas e sem sentimento que tenho visto (e experienciado) por aí.
Sabem... Talvez o mundo precise desse tipo de loucura. Talvez devamos nos importar menos com o que os outros pensam de nós e começar a dar importância ao que pensamos de nós mesmos, como o casal da parada, que não se importava com nada a não ser com a alegria de aproveitar aquele momento.
Preciso de um amor fantasiado e palhaço, pulando carnaval, gritando o seu amor
(Quero um amor, Vivian Regina)
Aniversário... um dia tão peculiar!
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.
Nos levantamos cedo (porque apesar de ser o nosso dia, o dinheiro não se faz sozinho e precisamos trabalhar). Olhamos no espelho e vemos aquela face um ano mais velha (e, por um momento de submissão ao mercado cosmético, pensamos em começar a usar Renew). Recebemos parabéns (a palavra sozinha e a música completa) vindos de todos os lados. Família, amigos, colegas de trabalho. Respondemos recados de desconhecidos no Orkut... Na correria do dia-a-dia, esquecemos, por um momento, que é nosso aniversário... até que chega a hora de comer a torta, feita especialmente para a ocasião. Mais um parabéns. Voltamos a trabalhar... vamos para a aula, resolvemos alguns estresses e, para encerrar o dia com chave de ouro, ouvimos um parabéns especial (iniciado pelos amigos do fundão) de todas as pessoas dentro do ônibus, na volta para casa.
Aniversário... um dia tão peculiar e, ainda assim, um dia como todos os outros: digno de comemorações no que diz respeito às pequenas coisas.
Deitamos a cabeça no travesseiro, com um sorriso de quem reconhece que o último ano tem sido absolutamente maravilhoso... e de quem espera que os próximos sejam ainda melhores.
Fechamos os olhos... e, quando menos esperamos, começa tudo de novo.
Não somente um ator, mas um belo dançarino, também. A filmografia de Patrick Swayze é enorme, mas foram dois clássicos do cinema que nos vêm à mente hoje, quando lembramos dele: Dirty Dancing e Ghost. Depois de receber o diagnóstico de câncer no Pâncreas, em 2008, o ator rapidamente definhou ante à doença. Segundo o site do
Estadão, na semana passada, os tabloides americanos anunciavam: "Sua agonia chega ao fim: Patrick Swayze, cansado de lutar, volta para casa para morrer". Dito e feito.Patrick Swayze foi um ícone romântico e dançante dos anos 80. Foi um ícone e virou um mito. Gostei tanto da performance dele e da atriz Jennifer Grey em Dirty Dancing que, na minha época de bailarina, dancei ao som de "Time of my life", música-tema do filme (quase virei um nó ao tentar aprender a coreografia).
Dirty Dancing - Time of my life
Não será esquecido.
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comentários
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Olhando o blog do programa Pretinho Básico, da Rádio Atlântida, me deparei com algo divertidíssimo: se o Twitter existisse há algum tempo atrás, veja o que as celebridades diriam...

















